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terça-feira, 10 de maio de 2011

Milagres do casamento

Pr. Jose Lucio Ribeiro Filho
Chegamos à época prevista no texto sagrado, escrito pelo apóstolo Paulo - II Timóteo 3.1-5 - cujo teor transcrevemos a seguir:
“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobreviverão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e a mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te”.   
O apóstolo foi conduzido pelo Espírito do Senhor a revelar o panorama dos últimos dias, em que os homens seriam amantes de si mesmo, e isto estamos vendo; e o que prevalece entre muitos, é o seu ponto de vista egoísta, sua própria maneira de ser, a vontade egocêntrica, correta ou não, e assim, caminha a humanidade em nossos dias, sem amor para com os bons e mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, desprezando e vulgarizando a família, uma idéia de Deus, optando por relacionamentos pré-conjugais, extra-conjugais, alimentando a prostituição, o adultério, a infidelidade conjugal, pela ausência do afeto natural, embora “piedosos”, tornaram-se irreconciliáveis, pela dificuldade de perdoar, sem temer as conseqüências do que Deus qualifica como pecado letal à vida sem Deus. Concluída a lista dos vinte adjetivos, exorta à igreja: Destes afasta-te.                     
Destacamos acima as expressões: Sem amor para com os bons e mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, por está muito evidenciado em nossos dias, conduzindo o leitor ao tema família, a única instituição que deu origem ao casamento, criada pelo próprio Deus, para acomodar e legitimar a união de duas pessoas que se amam; observe porque:
1.      O casamento é a mais íntima relação humana que existe; precede a relação entre pais e filhos.
“Portanto deixará o varão o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne”. (Gn. 2.24)

2.      O casamento foi instituído pelo próprio Deus, sancionado e destinado aos mais elevados interesses da raça humana.

3.      O casamento está tão ligado à vida, que se torna a relação humana mais importante que existe;  só inferior à que há entre o ser humano e o seu Criador.

4.      O êxito do matrimônio depende dos namorados, noivos e esposos, pagarem o preço e atenderem aos princípios que asseguram a concretização das esperanças à mais íntima das relações humanas.


5.      O preço da felicidade conjugal consiste em disciplina própria, atitudes coerentes, lealdade, e que os cônjuges possam fundir suas personalidades harmoniosamente, e o nível de companheirismo transcenda consideração das diferenças e bens materiais.

6.      Considerando a origem do matrimônio, que é parte da própria vida, as forças do mal desencadeiam a mais tremenda e odiosa manobra contra esta instituição.

7.      O pecado trouxe muitas perversões na relação matrimonial; mesmo assim, não alterou o bem-estar e os prazeres do casamento que haviam no Éden antes da entrada do pecado.

OS MILAGRES ADVINDOS DO CASAMENTO

O casamento é um meio de Deus operar milagres. Consideremos as áreas da vida conjugal, onde por si sós, são conferidos milagres de Deus na vida a dois:

1.       O milagre biológico.
O Criador fez um; de um fez dois, e de dois faz um. Diante do altar, através da união conjugal.
2.       O milagre social.                                                                      
O casamento forma uma família nuclear; a família do noiva passa a fazer parte da família da noiva e desta à daquele.
3.       O milagre espiritual.
Este se realiza no casamento; é uma figura da união de Cristo com a Igreja, como o apóstolo Paulo descreve em Efésios 5.22-33.

   FUNÇÕES DO MATRIMÔNIO

Mesmo que a felicidade seja para alguns, elemento ilusório no casamento, foi dito por alguém que:
“A missão do matrimônio é proporcionar felicidade”.
A felicidade depende de vários fatores, que podem ser considerados como funções características do matrimônio.
Eis aqui, quatro dessas funções:
I.                   O casamento pode proporcionar segurança, tanto financeira quanto emotiva.

II.                Estimular o crescimento espiritual e cultural de todos os membros da família

III.             Produzir e difundir o ideal de responsabilidades pessoal e colaboração entre os cônjuges.

IV.             A perpetuação da raça humana.

CONCLUSÃO
Descrevemos acima algumas funções do casamento entre tantas outras, a de proporcionar a felicidade à vida conjugal, e gerar lares estruturados para enfrentarem os embates da vida e as intempéries inesperadas no próprio casamento.
O lar em que se oferece segurança financeira e sentimental é um recanto de prazer e bem-estar para a família;
O lar em que há base para o desenvolvimento espiritual e cultural sobra tempo e cuidados para se alcançar a felicidade;
Um lar em que se faz provisão para o desenvolvimento de um caráter que contribua para estabilizar a sociedade é um lar onde Deus pode ser visto nas atitudes dos que o constituem;
Um lar em que os filhos compartilham com os pais as vantagens que ele tem a oferecer manifesta a interação das suas gerações. 
Esse lar será naturalmente feliz, e então, marido e mulher terão sobejas razões para compreender que seu casamento foi bem-sucedido.
Não sei se você que acaba de ler este arrazoado, está dentro ou fora da lista dos vinte adjetivos a que o apóstolo se referiu, acima transcrita, e por não sabê-lo, concito ao caro leitor, a refletir sobre o assunto e se auto-examinar, no que tange ao seu atual modo de vida diante do seu Criador, o Grande Artesão da Família, e se a si mesmo se achar incapaz de superar alguma dificuldade, peça ajuda a Deus. Ele é vivo, Ele é real, Ele ouve seus pedidos, Ele escuta a sua voz de súplica, Ele tem a solução pronta para as suas dificuldades, porém, saiba que Ele tem todo o direito de provar-lhe as intenções, sondar-lhe coração e a mente, e então, decidirá o momento certo de atendê-lo. Mas o atenderá, certamente, se você não desvanecer em buscá-lo.
Que o mesmo Deus e Pai, que em Cristo Jesus nos chamou, e ainda chama à sua eterna glória, seja com todos os que O amam sinceramente. Amém.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Casamento, Escola da Vida, Para Família




Pr. José Lúcio Ribeiro Filho


CASAMENTO, ESCOLA DA VIDA, PARA FAMÍLIA


Nosso trabalho no Ministério da Família com Cristo da IEADERN, tem como fim profícuo, realizarmos Encontros para casais, para jovens e para amigos. Além de administramos Seminários para Família e outros trabalhos afins. Realizaremos o último Encontro de Casais com Cristo do ano fluente - o 29º. - no próximo mês de Novembro, abordando o tema: Casamento, Escola da Vida, Para Família, visando oportunizar a cada casal, inscrito para o evento, refletir sobre a vida a dois, e perceberem que é o ambiente, melhor e mais adequado para o aprendizado das normas por Deus estabelecidas para a família, proporcionando a cada cônjuge trabalhar por uma vida de parceria, respeitando-se mutuamente, com amizade e compreensão, indispensáveis à vida conjugal, levando em conta a vida espiritual, onde não deve haver interrupção da comunhão entre esposo e esposa e entre esses e Deus. A inteligência espiritual é fator importante para influir no crescimento do casal, na vida daqueles que aceitam as normas do Sistema de Deus de Unidade, que lhes asseguram fortalecimento, equilíbrio e o apoio do Arquiteto do Lar, que determina em Sua Palavra, que a união no casamento tem um prazo determinado para se esvair: “...até que a morte os separe”, e uma recomendação para os casados: “Não separe o homem aquilo que Deus ajuntou”. (Mt. 19.6)
O Supremo Arquiteto do Universo, também, Arquiteto do Lar, não criaria uma instituição como a família, e a deixaria sem um “norte” pelo qual seus optantes tivessem como chegar a algum lugar. Suas regras são claras; seus mandamentos imutáveis; suas diretrizes inequívocas. Ninguém pode dizer que o casamento não é uma coisa muito boa, a não ser por ignorar o Manual do Fabricante - A Palavra de Deus, e não haver entendido, até o momento em que vivem juntos, o valor da união de duas pessoas que juntos experimentam prazeres e buscam o bem comum à sua própria família, dando fim à solidão, que é uma das coisas mais indesejáveis para muitos, principalmente para quem já a experimentou. Deus afirmou: “...não é bom que o homem esteja só”. Lamentável é saber-se que, apesar de tão importante, tão bom e agradável, o casamento não é compreendido por muitos, que o tratam com desprezo, e concomitantemente, àquela que lhe veio ao encontro para o altar, a fim de formarem a própria família; antes estranha, agora parte do seu próprio ciclo familiar, para tornar-se “osso dos seus ossos e carne da sua carne”. (Gn.2.23) Os dois juntos se envolvem no prazer, que decorre de uma vida harmoniosa, de onde nasce a unidade indestrutível, se feita nos precisos termos do Manual retro referido, para chegarem bastante longe, se descobrirem os valores morais que exaltam o casamento e o dignifica. (Hb. 13.4).
Senhores casais, a vida conjugal tem parâmetros; em parte se assemelha à uma repartição pública, onde há hierarquia funcional; cada funcionário subordina-se à uma chefia e o conjunto de líderes e liderados, trabalham visando um bom desempenho para um atendimento profícuo, adequado e responsável. Assim também, cada membro da família está sujeito à uma autoridade superior, como lemos no exemplo a seguir: Cristo é o cabeça do marido (e Senhor da família); o marido é o cabeça da mulher (e autoridade primária); a mulher (é autoridade secundária que trabalha ao lado marido) e lhe é submissa, os filhos são herança do Senhor. Essa instituição foi criada para ser indestrutível. Não desista dela; não a despreze; seja grato ao Seu criador, que também, criou você para um projeto que não se realizará por intermédio de nenhum outro. É você, ou você! Portanto, “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; (e) Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela...”. (Ef. 5.22 e 25)
Deus vos abençõe!                                

sábado, 21 de agosto de 2010

As Bem-aventuranças no Casamento

Ser bem-aventurado é ser muito feliz! Todos queremos a felicidade, a questão é: Nem todos se dispõem a pagar o preço. A família é uma instituição divina e como tal pode proporcionar a felicidade dos cônjuges que se ajustam às regras estatuídas no Manual do Fabricante, daqu'Ele que a instituiu. Há alguns comportamentos que evidenciam a existência das bem-aventuranças; acompanhem algumas delas a seguir e se alinhem ao que é dito sobre quem pode tornar-se bem-aventurado:
1. Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor...(Sl. 112.1) porque o temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e esta é indispensável na vida do casal.(Sl. 11.10)
2. Bem-aventurado o homem cuja força está no Senhor...(Sl.84.5) viver feliz em família é ter força para resistir as intempérias, baseado na alegria do Senhor e porque a alegria do Senhor é a nossa força.
3. Bem-aventurado os que guardam as suas prescrições, e o buscam de todo o coração. (Sl. 119.2) O que Deus prescreveu em Sua Palavra sobre o casamento (Gn. 2.22-24) é a Sua própria receita para o bem comum do casal e estensivo à família; ou as guardamos, ou estaremos excluídos dessa bem-aventurança. Está recomendado no mesmo texto: Buscar ao Senhor de todo o coração.
Observem Mt. 5.3 > "Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus". No reino dos céus não cabe separação, divórcio ou equivalentes, porque isso traduz quebra do ítem "3" acima dado, além do que, só entra no reino dos céus os que são libertos das potestades malígnas (Colossenses 1.13) e em sendo livres, podem amar e humildemente enfrentar com abnegação, as intempéries ocasionais.
Observem Mt. 5.6 > "Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos". Quem não aprecia a justiça!? A questão é: No casamento a justiça se aplica aos dois, porque se tornaram uma-só-carne e divórcio ou coisas que o valham, é uma tremenda injustiça à família, seja por parte do esposo, seja por parte da esposa. A separação é uma decisão de um ou dos dois, simplesmente pelo orgulho de ambos, numa clara falta de humildade (Mt. 5.3 acima referido).Destroem uma vida conjugal iniciada com tanto amor e carinho, porque não sabem ou não querem se submeterem às regras do Instituidor da Família.
Observem Mt. 5.7 > "Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia". Está escrito na Palavra de Deus: "A ira do homem não produz a justiça de Deus". Contem até dez, antes de decidirem separar "...o que Deus ajuntou! (Mt. 6.19) Exerçam a misericórdia, senão por si mesmos, mas pelos filhos, pela família, pelo que de Deus é dado a observar. Sejam bem-aventurados!
(Na próxima reflexão sobre as bem-aventuranças da família, abordaremos Mt. 5.8 e 9)                                                                                 Pr. José Lúcio - MFC


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Dicas Para um Bom Relacionamento Conjugal

O relacionamento conjugal é responsável pela estabilidade ou instabilidade do casamento. A melhor opção para quem decidiu entrar no Sistema de Deus de Unidade - o casamento - é tornar a vida a dois prazerosa, pois contagia tada a família e a faz feliz. Manuseando alguns pertenses em meus alfarrábios, dei de cara com oito Dicas Para um Bom Relacionamento Conjugal, que pela sua importância, postá-las-ei no meu blog, como susgestão plausível para quem interessar possas.
"Não existem "receitas mágicas" ou "métodos infalíveis" para tornar um relacionamento conjugal perfeito. Alguns pontos porém, são fundamentais e portanto, devem ser abordados e conversados. Aí vão alguns deles:
1. Lembre-se de que a mulher é como um fogão a lenha, ou seja, demora para esquentar. Portanto, deve começar a ser aquecida ao acordar. E por que não um simpático telefonema durante o dia e ao entardecer, de vez quando ou botão de rosa?
2. Resolva primeiro os problemas "fora da cama", senão a "cama" virará um probelma!
3. Sejam muito carinhosos e nada de pressa. Falo especialmente aos homens, que são como fogões a gás: ligou - pegou. Vá com calma, não se apresse muito.
4. Certifique-se da porta estar realmente trancada, pois é muito importante, principalmente para a mulher, um ambiente tranquilo, sem tensões. O Dr. WillianFéres diz que um cliente seu reclamava sempre de que a sua mulher é "fria" mas ele nunca havia dito que, antes de procurá-la, era necessário esperar que seus cinco filhos, que dormiam todos em seu quarto, pegassem no sono!
5. Procurem ser criativos  e não tenham vergonha de ser românticos. Lembrem-se que dentro de nós sempre existe um pouco de poesia a ser explorada.
6. A Bíblia declara que o corpo da mulher pertence ao marido, e o do marido à mulher, portanto, nada de inibições ou passividades; e para não haver constrangimento... muito diálogo. Conversem a respeito de suas sensações e dificuldades. Abram o jogo!
7. Apesar de podermos ter toda a liberdade sexual no casamento, não percam jamais o respeito mútuo, "forçando a barra" com tipos de comportamento não aceitos pelo cônjuge.
8. Não se esforcem para sentir prazer, mas façam de tudo para que seu cônjuge possa obtê-lo. Quanto mais preocupação consigo mesmo, mais dificuldade para chegar ao êxtase. Portanto, seja altruísta!

terça-feira, 27 de julho de 2010

O AUTOR DO CASAMENTO


1. Texto principal: Génesis 1:26-28.

2. Textos e comentários de apoio:
2.1 Quem institui o matrimonio ? A resposta não é ambígua: O matrimonio foi instituído por Deus. Ele completou a obra do universo formando os nossos primeiros pais, Adão e Eva, e unindo-os em casamento.
2.2 Depois de ter feito um resumo de toda a criação, Moisés detém-se sobre a instituição matrimonial e descreve-a com todos os pormenores: Génesis 2:7,8,21-25.
2.3 Quando lemos esta encantadora descrição, torna-se bem evidente que o Criador é o autor e O que preside ao primeiro casamento.
2.4 Que conclusão se deve retirar da leitura dos supra citados textos:
* Que o matrimonio não é instituição de homens mas de Deus ?
* Que a diferença especifica dos sexos tem a sua origem no Criador, que quis imprimir essa força instintiva e criadora que leva à união do homem e da mulher ?
* Que essa união se deverá realizar por meio dum amor mútuo, que leva os esposos a formar uma comunidade de vida ?
* Que o auxilio mutuo e a união sexual são fins máximos para a expressão do amor ?
* Que a procriação é fruto natural e lógico do amor que se prolonga nos filhos na obra educativa ?

3. O Casamento; contrato ou aliança ?
3.1 (Para troca de impressões). O casamento é um contrato legítimo entre um homem e uma mulher ?
3.2 Um contrato por meio do qual se entregam os corpos ?
3.3 É um vinculo interpessoal amoroso com consequências sociais ?
3.4 O casamento é uma aliança interpessoal dos esposos em ordem a uma relação especialíssima de amor ?
3.5 O casamento é uma entrega total duma pessoa à outra tanto no aspecto fisiológico e físico, como no psíquico e sobrenatural ?

4. Que instrução dá o Novo Testamento em relação ao casamento ?: 2° Corintios 6:14-16.
4.1 Permite as Sagradas Escrituras a separação depois de consumado o casamento ?: 1° Corintios 7:2-16.
4.2 Tem a seguinte passagem bíblica sentido no nosso contexto cultural ?: Romanos 7:2.
4.3. Qual a única razão em que o Texto Sagrado permite o divorcio ?: Mateus 19:9.

5. O amor, ingrediente indispensável do casamento:
5.1 Quando um homem e uma mulher decidiram unir-se em casamento, não fazem entrega de alguma coisa circunstancial e passageira; entregam o seu amor interpessoal tendente à fecundidade.
5.2 O que é o amor ?
* “ O amor é a essência que penetra todas as obrigações da vida conjugal.”
5.3 Que diz o apostolo Paulo sobre o amor no casamento ?: Efésios 5:28.
5.4 Será suficiente casar por amor para que o matrimonio perdure toda a vida dos contraentes ?
* Discuta este pensamento: “ É preciso alimentar o amor e procurar que cresça, se desenvolva e floresça até que se transforme em espiga grada. Por isso, amar-se não é só um direito dos esposos, é uma obrigação, um dever que durará toda a vida.”

6. A importância da união sexual no casamento:
6.1 Por experiência sabemos que no nosso corpo se move constantemente uma força instintiva, sexual, a que vulgarmente chamamos paixões. Estas paixões encontram o seu fluxo e complemento normal dentro da actividade conjugal: 1° Corintios 7:8,9.
6.2 O ato sexual é a expressão máxima específica do amor conjugal ?
6.3 A união sexual não é uma actividade má ou vergonhosa ?
6.4 O ato sexual quando realizado de modo autentico e humano, quer dizer, com a inteligência e com amor, exprimem e alimentam a mutua entrega pela qual se enriquecem um ao outro na alegria e gratidão.
6.5 Leia: Efésios 5:1-5.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

10 Dicas para melhorar o seu casamento

Se você deseja melhorar o seu casamento, diariamente precisa tomar atitudes nesse sentido. Veja algumas atitudes que você poderia tomar a partir de hoje no seu casamento. Se cada cônjuge fizer a sua parte, ambos experimentarão uma relação conjugal bem melhor.

1.TRATE O SEU CASAMENTO DE FORMA SINGULAR.
Não existe nenhum outro igual ao seu. É preciso, porém, determinar o que é o casamento e o que queremos do casamento.

2.JOGUE FORA, DE VEZ EM QUANDO, O RESTO DE LIXO DO SEU CASAMENTO.
Nosso problema nesse sentido consiste em juntar até não caber mais, queixas, mágoas, até se tornar insuportável. Viva o seu presente.

3.AJUSTE AS FINANÇAS COMO UM BEM COMUM.
Aprenda a manusear o dinheiro como sendo da família, e não de um em particular. Cuidado com as ambições e o secularismo. Ponha Deus em primeiro lugar nas suas finanças.

4.REVIGORE A COMUNICAÇÃO FAMILIAR.
Desenvolva o senso de humor como uma necessidade diária. Relembre o seu estilo galanteador, e renove a alegria da sua casa todas as manhãs. Cuidado com o ‘nunca’ e ‘sempre’.

5.DESCUBRA A ALEGRIA DO LAZER FAMILIAR.
Trabalhar é importante, mas não se esqueça do lazer. Passeio com o seu cônjuge ou com sua família. Faça aquele passeio que há muito tempo estão planejando. Descubra formas criativas de lazer na sua própria casa ou na sua cidade.

6.EXERCITE O DIÁLOGO CONJUGAL ATÉ O FIM.
Evite o desabafo com vizinhos e colegas. Faça tudo que puder porque o divórcio é muito ‘caro’.

7.REALIZEM NOVAS LUAS DE MEL SEM OS FILHOS
Use a sua imaginação indo a um lugar próximo ou a um hotel mais barato ou por poucos dias. Desvencilhe-se do excesso de apego aos filhos. Mantenha sempre a diferença entre a relação paterno-filial.

8.APRESENTE A SUA VOLUNTARIEDADE NOS SERVIÇOS DOMÉSTICOS
Antes de pensar que é o homem ou a mulher, lembre-se que são uma só carne. Descubra o prazer da ajuda mútua. Isto equilibra as forças de poder e mando e as relações afetivas.

9.CONTINUE INCENTIVANDO SUA RELAÇÃO AFETIVO-SEXUAL.
A relação sexual está para o casamento como a calda de ameixa está para o pudim. Em muitos lares é como se o fogo da paixão afetiva já estivesse apagado. Lembre-se dos dias do fogão a lenha, um abano mantinha o fogo aceso e portanto a chama mais duradoura. Contudo a relação sexual depende da felicidade da relação afetiva e permanente.

10.PARTILHE COM O CÔNJUGE E SEUS FILHOS TODA EXPERIÊNCIA DO SEU CRESCIMENTO ESPIRITUAL BÍBLICO.
Relembre a decisão de Josué e o testemunho de Noé e ponha Deus em primeiro lugar na sua família. Seja um sacerdote como Jó que apresentava seus filhos em oração a Deus porque podiam ter pecado (Jó 1:5). Relembre Deuteronômio 6 e ensine e pratique a vontade de Deus na sua palavra, sem materialismo, farisaismo, hipocrisia ou fanatismo, mas a palavra pura e simples, de Deus.

Fonte: http://www.clickfamilia.org.br/

terça-feira, 30 de março de 2010

O Caráter de um Bom Casamento

Diz-se com freqüência que um bom casamento é uma "amostra do céu". O companheirismo de que um homem e uma mulher podem gozar em relação ao casamento é uma bênção imensa dada por nosso Criador (Gênesis 2:18-24). Certamente, Deus destinou o casamento a ser benéfico e satisfatório para ambos, o esposo e a esposa. Infelizmente, muitos casais não descreveriam seus casamentos como "celestiais".

Estratégias Inaproveitáveis

O que podemos fazer para termos "bons casamentos"? Homens e mulheres têm tentado várias estratégias para assegurar casamentos bem sucedidos. Muitos têm raciocinado que o modo de ter um bom casamento é casar-se com a pessoa de melhor aparência possível. Conquanto não seja pecado ser fisicamente atraente, a aparência pessoal não é garantia de que uma pessoa será uma boa companheira. O homem extremamente elegante ou a mulher impressionantemente bela com freqüência não dão bons esposos! Outros têm concluído que um casamento espetacular e uma lua-de-mel dispendiosa são o ponto de partida de um bom casamento. Contudo, estas são coisas que não duram muito tempo e quando a grandiosidade da cerimônia e a emoção da lua-de-mel passam, é comum que o esposo e a esposa descubram que sua relação não é realmente muito boa. Ainda outros têm seguido a estratégia de acumular bens antes de casar ou, em alguns casos, de procurar uma pessoa rica com quem casar! Tal segurança financeira constituirá, pensam eles, o alicerce de um bom casamento. Algumas vezes parceiros em al relação assentada sobre a riqueza material pagarão quase tudo para escapar do casamento. O resultado de tais preparativos financeiros é que há mais bens a serem divididos quando o casal se divorcia.

Deverá ser notado que não há nada inerentemente pecaminoso em ser fisicamente atraente, ter um grande casamento e uma lua-de-mel agradabilíssima ou mesmo economizar dinheiro antes do casamento com a esperança de um padrão de vida mais alto. Cada uma destas coisas pode ser uma bênção para um casamento. Nenhuma destas coisas, contudo, resulta necessariamente em um bom casamento. Se desejamos relações satisfatórias, precisamos abandonar as soluções e valores de sabedoria humana e consultar o manual de casamento escrito por Aquele que criou o casamento no princípio. Na Bíblia podemos encontrar toda a informação que precisamos para construir casamentos bem sucedidos.

Instruções Divinas

As Escrituras ensinam que o casamento é destinado a durar até que um dos cônjuges morra (Romanos 7:1-3; Marcos 10:9). Se cada parceiro mantiver esta convicção, o casamento terá uma possibilidade maior de dar certo. Quando aparecem problemas (e sempre aparecem!), tanto o esposo como a esposa empenham-se em resolvê-los em vez de procurar escapar facilmente através do divórcio.

Quando Paulo escreveu sobre as responsabilidades dos cônjuges, ele observou que as esposas deveriam ser submissas a seus esposos (Efésios 5:22-24). Ele ordenou ainda mais que os esposos deveriam amar suas esposas (Efésios 5:25-29). Este amor (na língua grega, "agape") não é de puro sentimento ou mesmo a expressão de palavras vazias, mas é antes o resultado de uma escolha moral e expressa-se em ação. Elcana, pai do profeta Samuel do Velho Testamento, evidentemente amava profundamente sua esposa Ana (1 Samuel 1:1-8). Ele expressou seu amor por ela através de sua generosidade. Além do mais, este tipo de amor busca o bem estar de outros independente do tratamento com que eles retribuem. O apóstolo Paulo descreveu o caráter deste amor em 1 Coríntios 13:4-7. As responsabilidades de amor e submissão incluem outras específicas.

Por exemplo, para amar sua esposa, o esposo tem que se comunicar com ela. Para procurar o melhor bem estar da esposa, ele precisa entender as necessidades e desejos dela. Mais uma vez, observando o exemplo de Elcana e Ana, quando ela estava triste por causa de sua esterilidade e da provocação de sua rival, Elcana procurou descobrir a causa de sua angústia (1 Samuel 1:4-5, 8). Se o esposo comunica a razão para suas decisões, torna-se muito mais fácil para a esposa submeter-se. Sem comunicação adequada entre cônjuges, é extremamente difícil, talvez impossível, ter-se um bom casamento. Comunicação franca entre esposo e esposa permite a cada um entender melhor o outro, evitando muitos desentendimentos. A participação nas opiniões, sonhos e temores através da comunicação permite uma intimidade que ajuda a unir o casal.

Honestidade

Todos os bons casamentos exigem honestidade e discrição de ambos. Tanto esposo como esposa deverão empenhar-se em sempre falar a verdade um ao outro (Efésios 4:25; Colossenses 3:9). Bons casamentos dependem da confiança e uma mentira descoberta destrói essa confiança. A esposa que descobre que seu esposo mentiu para ela em um assunto imaginará que ele no futuro estará mentindo também sobre outros assuntos . . . mesmo que ele esteja falando a verdade. Infelizmente, aqueles que praticam o engano com freqüência acreditam arrogantemente que são muito inteligentes para "serem apanhados". O mentiroso pode freqüentemente cobrir seu engano por algum tempo, mas as mentiras costumam ser descobertas. A esposa que esconde informação de seu esposo está também praticando o engano, uma forma de desonestidade. A suspeita que resulta quando o engano é descoberto ameaça a bela intimidade possível num casamento.

Discrição

Quando duas pessoas vivem juntas ainda que por curto período de tempo, elas podem aprender algumas coisas nada lisonjeiras sobre um e outro. Num bom casamento, o esposo não falará destas faltas de sua esposa com outros. Ele protegerá a reputação dela à vista dos outros, enquanto trabalhará para ajudá-la a melhorar nessas áreas. De modo semelhante, a esposa não discutirá as fraquezas de seu esposo com outras pessoas. A prática de tal discrição encorajará maior intimidade na comunicação dentro do casamento. Cada parceiro sentir-se-á bem partilhando com o outro os pensamentos mais particulares porque ele ou ela sabe que estes pensamentos não serão revelados a outros.

Fidelidade Sexual

Poucas coisas destroem um casamento mais depressa do que a infidelidade sexual. Num bom casamento, cada parceiro tem não somente de se abster de atos abertos de impureza sexual, mas não deve dar ao outro causa para suspeita. O esposo precisa evitar que seus olhos se fixem na direção de outras mulheres e a esposa tem que ser cuidadosa para que seu comportamento a respeito de outros homens seja puro (Mateus 5:27-28).

Respeito

O resumo feito por Paulo das responsabilidades do esposo e da esposa em Efésios 5:33 revela que a submissão da esposa envolve respeito ao seu esposo. Do mesmo modo, o esposo não deverá tratar sua esposa como inferior a ele porque ela voluntariamente aceitou uma posição de submissão (1 Pedro 3:7). Em vez disso, ele deverá tratá-la com dignidade e consideração. Ele não deve diminuí-la nem tratá-la com aspereza ou amargura simplesmente porque Deus lhe deu autoridade na família (Colossenses 3:19).

Altruísmo

O egoísmo está na base de um número incrível de dificuldades matrimoniais. É extremamente difícil viver com alguém que sempre pensa só em si mesmo. Cuidar de uma criança é trabalho duro porque ela não tem consideração com as necessidades e desejos dos outros. Suas necessidades precisam ser satisfeitas imediatamente ou ela fará com que seus pais saibam de sua infelicidade por meio de gritos estridentes! Como adultos, já deveremos ter ultrapassado tal egoísmo, mas infelizmente alguns esposos agem bem dessa mesma maneira. Se as coisas não são feitas como lhes serve, eles ficam trombudos ou têm ataques de cólera, muito parecidos com os das crianças que não sabem de nada melhor. A mulher virtuosa de Provérbios 31 sacrificava-se, trabalhando para prover a sua casa (Provérbios 31:10-31). Cada cônjuge [amadurecido] deverá estar querendo pôr as necessidades e desejos do outro antes do seu próprio, se necessário (Filipenses 2:4; 1 Coríntios 13:5), e os que são infantis não deveriam casar-se!

Paciência

A paciência é o lubrificante que evita que o casamento se aqueça demais quando os problemas provocam atrito entre os parceiros. Uma falta de paciência, no mais das vezes, resulta em decisões insensatas ou irritação. Tiago deu bom conselho quando escreveu "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus" (Tiago 1:19-20). A paciência é aquela qualidade que permite a uma pessoa suportar com calma serenidade uma situação que não é ideal ou desejável (longanimidade; Gálatas 5:22; Efésios 4:2; Colossenses 3:12). A impaciência é quase sempre uma forma de egoísmo na qual nos tornamos furiosos porque as coisas não estão acontecendo do modo que queremos que aconteçam. Haverá muitas ocasiões durante um casamento nas quais as coisas não serão ideais!

Humildade

Algumas pessoas não querem admitir nenhuma falha. É inevitável que um cônjuge peque contra o outro. A humildade é a qualidade que permite-nos reconhecer nossa própria falibilidade, admitir nossas faltas e pedir perdão àqueles que tivermos maltratado. A pressuposição de que sempre sabemos o que é melhor ou que nunca cometemos nenhum erro é uma forma de arrogância. Tal arrogância é oposta ao amor (1 Coríntios 13:4). Num bom casamento, ambos os parceiros servirão um ao outro fazendo muitos pequenos favores. A arrogância não permite a "atitude servil" (João 13:1-15). A humildade também ajuda a perdoar os outros que pecam contra nós, porque nos lembra que nós mesmos somos falíveis e freqüentemente necessitamos ser perdoados (Efésios 4:31-32; Colossenses 3:13). No decorrer de um casamento, haverá muitas oportunidades para perdoar seu cônjuge! Ofensas não perdoadas tendem a ser como feridas não curadas, inflamadas; elas afetam severamente a saúde da relação.

Quando alguém está procurando um bom companheiro ou simplesmente tentando melhorar uma relação conjugal existente, estes princípios ajudarão a assegurar um casamento bem sucedido. De fato, muitos desses traços característicos que promovem um casamento bem sucedido podem ser aplicados praticamente em qualquer relação humana para torná-la melhor!

sábado, 27 de março de 2010

Casamento: uma questão de escolha


É fato que nossa vida é uma sucessão de escolhas. Ouvimos muitas vezes a expressão “tudo na vida é uma questão de escolha”. E isso é verdade. Escolhemos fazer ou não, amar ou não, perdoar ou não, fazer o bem ou o mal, estudar ou não, trabalhar ou não, aproveitar as oportunidades ou não e tantos outros “isso ou aquilo”.
Como isso se aplica a tudo em nossa vida, no casamento não é diferente. A vida a dois é construída com escolhas de dar a Deus a primazia, respeitar, amar, perdoar, adaptar, abdicar, aprender, construir juntos e muitas outras coisas que fazemos ao longo da nossa caminhada como marido e mulher, como “uma só carne” planejada por Deus. Em todas as nossas atitudes há escolhas. Não há como fugir disso. De acordo com o que optamos por fazer, estaremos construindo ou destruindo nosso lar, nosso cônjuge e nossos filhos.
Como as escolhas que fazemos definem nossa vida, não devemos fazê-las impensadamente, de modo precipitado e inconseqüente. As decisões tomadas no “calor das emoções” ou sem qualquer ponderação certamente darão em caminhos de morte (Provérbios 14.12). Por isso, o melhor a fazer é decidir à luz de Deus, porque somente ele tem a resposta certa para todas as nossas questões (Provérbios 16.1).
Se os membros de uma família praticarem três claras orientações que Paulo escreve na Carta aos Efésios, com certeza, esse lar vai glorificar a Deus. Elas são claras, objetivas, simples, mas profundas:
• As mulheres sejam submissas aos seus próprios maridos, como ao Senhor (Efésios 5.22);
• Maridos, amai vossas mulhereres, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela (Efésios 5.25);
• Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo (Efésios 6.1).
A Palavra de Deus exorta as mulheres a serem sábias, porque “a mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola (ou insensata) a destrói com as próprias mãos” (Provérbios 14.1). A sabedoria não é simplesmente a capacidade de ponderar as situações e agir convenientemente, mas muito mais, agir conforme os padrões de Deus. É sendo sábias que faremos escolhas certas. E aos maridos, amar a esposa como Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela. Como Cristo amou a Igreja? Com respeito, carinho, perdão, dando a direção, levando-a a Deus, suprindo suas necessidades... Que grande responsabilidade! O marido precisa da intimidade com o Senhor para que a intimidade do seu casamento seja feliz, para que seu lar seja próspero e duradouro.
São detalhes, muitas vezes considerados insignificantes, que adubarão ou envenenarão as raízes do casamento, da relação marido e mulher. Durante um desentendimento, o casal poderá escolher deixar ou não o sol se pôr sobre sua ira (Efésios 4.26). O domínio próprio e a mansidão vão prevalecer ou gritos e insultos serão a tônica da discussão. Vão dormir brigados e até em quartos separados ou vão conversar e encontrar a harmonia.
O casal pode escolher entre viver um caos diário com mau humor e agressões ou, proporcionar um ambiente alegre, de paz e palavras boas. Eles poderão optar pelo amor ciumento e destruidor ou, pelo amor companheiro, confiante e frutificador, em que há confiança, respeito e admiração. Poderão escolher entre inventar desculpas para se negarem um ou outro, ou, darem-se mutuamente com carinho e em total entrega; fazer dos momentos íntimos a mais difícil tarefa do dia ou transformá-los em alegres celebrações.
Enfim, essas são apenas algumas das inúmeras escolhas que o casal fará ao longo do casamento, de uma vida inteira juntos. E em todas elas, há conseqüências.
Escolhas certas ajudam a manter a chama do amor acessa. Sabemos que conviver entre quatro paredes é uma arte, é um aprendizado diário. Por isso, as escolhas que fazemos são tão importantes. Muitos se casam e se esquecem de que o casamento é feito de detalhes. Outros tantos, sem perceberem, estão se desgastando e desgastando o casamento porque não se deram conta das escolhas erradas que estão fazendo. O tempo foi passando, e está passando rapidamente, e as oportunidades de ser feliz se esvaindo pelo ralo. Escolham, hoje mesmo, pensar melhor a respeito de cada situação que os envolve. Consulte sempre aquele que lhes dá a oportunidade de acertar, mesmo depois do erro, e serem felizes – Deus.
Maridos e esposas, escolham Jesus e a felicidade será o cotidiano da vida de vocês, individualmente, como casal, como pais, como família como um lar que glorifica a Deus.
Fonte:www.batistadalagoinha.com.br

O contrato de casamento


Pelo jeito, estamos nos esquecendo da essência do contrato de casamento, que é a promessa de amar o outro para sempre. Muitos casais no altar acreditam que estão prometendo amar um ao outro enquanto o casamento durar. Mas isso não é um contrato.
Recentemente,vi um filme em que o mocinho terminava o namoro dizendo "vou sempre amar você", como se fosse um prêmio de consolação. Banalizamos a frase mais importante do casamento. Hoje, promete-se amar o cônjuge até o dia em que alguém mais interessante apareça. "Eu amarei você para sempre" deixou de ser uma promessa social e passou a ser simplesmente uma frase dita para enganar o outro.

 
Contratos, inclusive os de casamento, são realizados justamente porque o futuro é incerto e imprevisível. Antigamente, os casamentos eram feitos aos 20 anos de idade, depois de uns três anos de namoro. A chance de você encontrar sua “alma gêmea” nesse curto período de pesquisa era de somente 10%, enquanto 90% das mulheres e homens de sua vida você iria conhecer provavelmente já depois de casado. Estatisticamente, o homem ou a mulher "ideal" para você aparecerá somente, de fato, depois do casamento, não antes. Isso significa que provavelmente seu "verdadeiro amor" estará no grupo que você ainda não conhece, e não no grupinho de cerca de noventa amigos da adolescência, do qual saiu seu par. E aí, o que fazer? Pedir divórcio, separar-se também dos filhos, só porque deu azar? O contrato de casamento foi feito para resolver justamente esse problema. Nunca temos na vida todas as informações necessárias para tomar as decisões corretas.
As promessas e os contratos preenchem essa lacuna, preenchem essa incerteza, sem a qual ficaríamos todos paralisados à espera de mais informação. Quando você promete amar alguém para sempre, está prometendo o seguinte: "Eu sei que nós dois somos jovens e que vamos viver até os 80 anos de idade. Sei que fatalmente encontrarei dezenas de mulheres mais bonitas e mais inteligentes que você ao longo de minha vida e que você encontrará dezenas de homens mais bonitos e mais inteligentes que eu. É justamente por isso que prometo amar você para sempre e abrir mão desde já dessas dezenas de oportunidades conjugais que surgirão em meu futuro. Não quero ficar morrendo de ciúme cada vez que você conversar com um homem sensual nem ficar preocupado com o futuro de nosso relacionamento. Nem você vai querer ficar preocupada cada vez que eu conversar com uma mulher provocante. Prometo amar você para sempre, para que possamos nos casar e viver em harmonia". Homens e mulheres que conheceram alguém "melhor" e acham agora que cometeram enorme erro quando se casaram com o atual cônjuge esqueceram a premissa básica e o espírito do contrato de casamento.
O objetivo do casamento não é escolher o melhor par possível mundo afora, mas construir o melhor relacionamento possível com quem você prometeu amar para sempre. Um dia vocês terão filhos e ao colocá-los na cama dirão a mesma frase: que irão amá-los para sempre. Não conheço pais que pensam em trocar os filhos pelos filhos mais comportados do vizinho. Não conheço filho que aceite, de início, a separação dos pais e, quando estes se separam, não sonhe com a reconciliação da família. Nem conheço filho que queira trocar os pais por outros "melhores". Eles aprendem a conviver com os pais que têm.
Casamento é o compromisso de aprender a resolver as brigas e as rusgas do dia-a-dia de forma construtiva, o que muitos casais não aprendem, e alguns nem tentam aprender. Obviamente, se sua esposa se transformou numa megera ou seu marido num monstro, ou se fizeram propaganda enganosa, a situação muda. Para aqueles que querem ter vantagem em tudo na vida, talvez a saída seja postergar o casamento até os 80 anos. Aí, você terá certeza de tudo.
Por: Stephen Kanitz. www.kanitz.com.br

O propósito de Deus para a família


“Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesmo não subsistirá” (Mateus 12:25).

A família foi colocada como um projeto de Deus para ser um lugar de bênçãos e um espelho para a sociedade do que é o Reino de Deus. Deus não exige que tenhamos famílias perfeitas, mas famílias baseadas na integridade e união em Seu projeto.

A mão divina aparece quando vemos duas pessoas diferentes se unindo e através dessa união, conseguem fazer com que possam andar em concordância sem quebrar Suas leis.

Os relacionamentos devem ser sustentados em união e fortalecidos diante dos problemas e dificuldades. Quanto maiores as adversidades que um casal divide, mas ficarão unidos.

Estar em acordo não significa pensar igual. Estar de acordo é chegar a um consenso diante de alguma situação que venha a dividir opiniões. E é preciso não esquecer: precisamos aprender a ceder!

Muitos pensam que, por ser o homem o cabeça da família, ele sempre estará certo e sempre terá a ultima palavra. É preciso lembrar que entre pessoas maduras, existe a negociação. Deus deixou os erros das antigas pessoas como ensinamento, para que possamos evitá-los.

Sempre que Deus quer tomar alguma iniciativa na Terra, Ele procura uma família. Receber um chamado de Deus requer entendimento dessa missão e pedir a a Sua graça e agradecer o privilégio de contribuir com este mundo através da família.

Verdade ou Mentira


Verdade ou Mentira

01 Mentira: Casamento é um contrato.
Verdade: Casamento é uma aliança criada por Deus.
02 Mentira: Eu amo você, não sua família!
Verdade: Você não casou somente com seu cônjuge; ganhou o pacote completo.
03 Mentira: Nós somos diferentes demais.
Verdade: Incompatibilidade ou diferenças não matam um relacionamento. Como você lida com as diferenças do outro é o que conta.
04 Mentira: Eu perdi o amor que eu sentia por você...
Verdade: O amor pode ser restaurado por Deus.

05 Mentira: Um casamento mais tradicional poderá salvar-nos.
Verdade: A intenção de Deus é gerar a unidade de uma só carne.

06 Mentira: Não posso mudar - sou assim mesmo; é pegar ou largar.
Verdade: Eu posso mudar, mas isso requer desejo, obediência e força.

07 Mentira: Está tudo acabado. Nada pode mudar esse relacionamento.
Verdade: Nunca é tarde demais, porque para Deus tudo é possível.